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Heróis anônimos

Só Deus sabe quantos feitos heroicos acontecem todos os dias. Faltariam paredes para pendurar as placas de reconhecimento, se fossem concedidas por todas as boas ações praticadas. Talvez foi nisso que Michael, meu marido, pensou quando escreveu esta canção em homenagem aos heróis anônimos. 

Publicado em Desvelo

Duas vidas a serem imitadas

Sabina, minha avó, foi uma santa que tive o privilégio de conhecer pessoalmente. Nunca teve uma certidão de nascimento, mas frequentou a escola o suficiente para aprender a ler bem. Lia a Bíblia diariamente e jamais faltou à missa de domingo. Era bondosa, terna e nunca perdia uma oportunidade de fortalecer nosso caráter, como quando minha irmã furtou frutos dos vizinhos. Bastou nos olhar quando chegamos em casa para que soubesse que tínhamos aprontado alguma. Depois de admitirmos nosso erro, tivemos de pedir desculpas àqueles que havíamos prejudicado.

Publicado em Desvelo

Seguindo os heróis

Eu tinha dez anos de idade quando ouvi falar pela primeira vez de Albert Schweitzer e fiquei tão impressionada com sua dedicação, que fiquei com vontade de fazer medicina e trabalhar na África como ele. Houve uma época em que, para saber mais sobre algo ou alguém era preciso pesquisar em livros e enciclopédias, tipicamente em uma biblioteca. Em outras palavras, a curiosidade não era prontamente atendida e havia uma dose de casualidade e mistério envolvidos.

Publicado em Perspectiva

Nada a temer

Meus piores temores me sobrevieram quando cheguei ao hospital. Aquilo me parecia uma ameaçadora e medonha fábrica de saúde, onde médicos impessoais estudavam meus sintomas a uma distância profissional e enfermeiras apareciam ao lado de minha cama nos horários mais estranhos para medir a temperatura do meu corpo, injetar-me algo ou me dar uma xícara de café.

Publicado em Experiências

Um presente para dois irmãos

Já sentiu vontade de fazer algo para ajudar alguém, um forte desejo de fazer uma diferença no mundo, mas teve suas boas intenções desviadas por pensamentos de por que seus esforços não funcionariam?

Publicado em Dar

Cristianismo em ação

Faz alguns anos, um grupo de amigos viajava por uma estrada nas montanhas no Sul dos Estados Unidos. A noite havia começado fazia pouco e eles estavam a poucas horas do destino, um resort de esqui. Ao chegarem a um entroncamento, o motorista de outro carro parou ao lado da van e advertiu seu motorista.

Publicado em Desvelo

Um bom ouvinte

Escutar demanda esforço. É comum gostarmos de conversar com os que sabem ouvir. É possível perceber o interesse na maneira como olham, em sua postura e em como reagem. É uma pré-disposição um tanto indescritível que comunica: Gosto de escutar o que você tem a dizer. Você é importante para mim. Existe nos bons ouvintes um espírito de calma e paciência que nos diz: Fique à vontade. Não tenho nada mais importante a fazer no momento do que ouvir o que você tem a dizer.

Publicado em Sucesso com as pessoas

Vivendo a mensagem dos anjos

Neste nosso mundo cansado, é difícil não se sentir deprimido pelas recorrentes más notícias de terrorismo, catástrofes naturais, guerra e sofrimento. A mensagem de Natal — paz na terra aos homens de boa vontade — nunca foi mais relevante. Contudo, às vezes, sinto que meus esforços são uma gota no oceano do que precisa ser feito para realmente fazer a diferença.

Publicado em Natal

Para falar das flores

Sentada na sala de estar de um amigo, notei flores de um vermelho vivo em um vaso sobre a mesa de centro. Detive-me contemplando a linda criação, ao mesmo tempo que eu sentia Deus sussurrar-me ao coração: Quero que você seja como essas flores.

Publicado em Crescimento pessoal

O poder de um pêssego

Eu tinha oito anos quando assisti a um documentário da BBC sobre um grupo de veteranos britânicos que havia lutado no Norte da África, na II Guerra Mundial. Durante o filme, os veteranos contavam suas experiências dos tempos de guerra, cujas tônicas eram, principalmente, a fome, o terror e a privação no caminho para a vitória. Todas as histórias eram comoventes, mas a que mais me marcou destoava das demais. Quem a contou foi um homem frágil, de cabelos brancos e sorriso caloroso, que disse sua experiência mais inesquecível foi quando alguém lhe deu um pêssego!

Publicado em Desvelo
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