Histórias bíblicas

O mais improvável sucesso

O livro “Disciple Making: Training Leaders to Make Disciples” (Tradução livre: “Discipular: a capacitação de líderes a fazer discípulos”)1 cita um relatório imaginário enviado para Jesus pela empresa Jordão — Consultoria em Gestão, com sede em Jerusalém, detalhando suas avaliações sobre os doze nomes que Jesus submetera para análise.

Um dos que ouviram

“Outra vez Jesus começou a ensinar junto ao mar, e ajuntou-se grande multidão, de sorte que entrou e assentou-se num barco, afastando-se da praia. E toda a multidão estava em terra à beira-mar, na praia. Ensinava-lhes muitas coisas por parábolas, e lhes dizia na Sua doutrina.” —Marcos 4:1–2

Meus (anti) heróis

É comum os relatos históricos ou literários romantizarem seus heróis. Seus defeitos — partindo do princípio que os tinham — não costumam chegar a esses textos. Contrastantemente, os livros bíblicos não conferem o mesmo tratamento aos protagonistas dos grandes feitos narrados em suas páginas. São descritos sem maquiagem, o que, a meu ver, acrescenta credibilidade à Bíblia. Na verdade, é marcante como seus “heróis da fé”, à exceção de Jesus, não tinham nada de perfeito.

É muita agitação

Uma narração criativa dos eventos que culminaram em Atos 2

“Agitação” é a palavra que me ocorre quando penso nele. Não consigo esquecer quando o vi pela primeira vez, durante um culto sabático. Judite, uma viúva idosa que tinha as costas terrivelmente deformadas, aproximou-se de um rabi que estava de passagem por aquelas bandas, implorando ajuda. Logo depois, estava de pé, ereta, pela primeira vez em anos! Como pôde ser possível?1

Deus e atemporal

Aprendi que Deus não tem pressa. Talvez por Ele ser eterno. Afinal, para que se apressar se Ele tem todo o tempo do mundo?

Deus é um investidor, não um especulador. Ele não “compra” algo hoje com a intenção de “vender” amanhã. Com toda certeza, espera obter retorno do que investiu, mas pode esperar muito tempo, se necessário. Ele investe em gente e não parece se importar se a recompensa demorar a vir, pois sabe que, no futuro, também será importante.

A fundação da fé

Um Conto de Duas Cidades

No 17º capítulo do Livro de Atos lemos sobre as primeiras experiências de Paulo em Tessalônica e Beréia, duas cidades na região hoje conhecida como Grécia. Ambas tinham comunidades judaicas, sinagogas e, aparentemente, um número considerável de gregos proeminentes convertidos ao judaísmo.

Em Tessalônica, “Paulo, como tinha por costume, foi ter com eles, e por três sábados discutiu com eles sobre as Escrituras, expondo e demonstrando que convinha que o Cristo padecesse e ressurgisse dentre os mortos. E este Jesus que vos anuncio, dizia ele, é o Cristo.”1 Alguns dos seus ouvintes foram persuadidos, enquanto outros provocaram uma perseguição aos cristãos, forçando Paulo e Silas a fugir para Beréia, cidade vizinha.

Serepta

A passagem em 1 Reis 17:8-16 recontada

— Você tem algo para eu comer, algo para eu beber? —perguntou com modéstia o estranho. Estou fraco, com fome e cansado da viagem. Por favor, eu imploro.

Meu coração se condoeu daquele homem. Eu também sentia as dores da fome. Serepta, onde eu vivia, se encontrava no mesmo estado de onde quer que ele havia vindo: presa nas garras da estiagem. Eu também estava fraca e cansada e precisava que alguém me resgatasse da morte.

Tocando Jesus

Uma releitura de Lucas 8:43–48

Certo dia, Jesus estava a caminho da casa de um homem cuja filhinha estava gravemente enferma. Como de costume, uma multidão O seguia e cercava de tal forma que não podia se movimentar livremente. Em meio de toda a essa gente, havia uma mulher que sofria com uma hemorragia contínua fazia 12 anos, durante os quais consultara muitos médicos que não a puderam curar. Ela já tinha gastado todo o seu dinheiro com tratamentos e padecido muito por causa deles, mas ainda continuava sangrando.

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