Encontrar Jesus

A renovação da alma

Curiosamente, quase sempre que estou no consultório do dentista, está passando na TV da sala de espera um daqueles programas de reforma de casas. O som está silenciado, mas os interessados podem ler as legendas.

O fruto proibido

Em sua autobiografia, Confissões, Santo Agostinho, um teólogo da Igreja Primitiva, narra um incidente que aconteceu quando na sua adolescência. Havia uma pereira perto da vinha de sua família, cujos frutos não eram bonitos nem saborosos. Ele e alguns amigos furtavam aquelas peras não para comê-las, mas para jogá-las aos porcos. Conta que faziam isso pelo simples prazer de fazer algo proibido, uma prática tão antiga quanto Adão e Eva no Jardim do Éden.

Diferente e mais profunda

Fui criada em um lar cristão por dedicados pais cristãos. Orávamos antes de sair de casa, sempre que entrávamos no carro, antes de cozinhar, antes de começar uma lição de casa e, claro, antes de dormir. As estantes estavam sempre cheias de livros devocionais infantis e exemplares da Bíblia e assistíamos desenhos animados da Bíblia à noite.

Uma nova identidade

Um dos meus filmes favoritos é o clássico de 1967 Adivinhe Quem Vem para o Jantar, um período na história americana em que as questões raciais estavam em um momento crítico. A obra alcançou tremendo sucesso e se tornou um agente de mudança social.

Meu tapete

Já teve a sensação de ter tomado a estrada errada, ou que você não nasceu destinado ao sucesso? Houve uma época quando minha vida não parecia fazer nenhum sentido, como o emaranhado de fios no lado avesso de uma tapeçaria.

Um encontro fascinante

Ainda me lembro daquele dia. Foi no início da década de 1980 e eu era um adolescente sentado no banco de trás de nosso carro. Quando paramos no semáforo, alguém entregou aos meus pais lindos pôsteres coloridos com textos no verso, os quais eles rapidamente me entregaram. Quando pararam em um lugar para fazer algo, fiquei no carro sozinho por um tempo. Por falta de outra coisa para fazer, dei uma olhada nas ilustrações e nas mensagens, as quais falavam da salvação e da dádiva da vida eterna em Jesus.

Conhecendo Jesus

Cresci em uma família cristã, mas, na adolescência, sentindo-me sobrecarregada pelos problemas do mundo, comecei a duvidar de minhas crenças. Aos 18 anos, tinha um namorado que tinha muita fé. Falávamos muito sobre espiritualidade e ele era tão sincero que comecei a duvidar das minhas dúvidas.

A História de Jorge

“Esse trabalho social que vocês fazem tem algum fundo religioso? Se tiver, fique sabendo que sou ateu”. Aquele mendigo puxando meu braço parecia mais um animal que um homem. Seu corpo deformado trazia todas as marcas do alcoolismo extremo, mas seus olhos tinham vida e buscavam contato com os meus.

“Eu também já fui ateia”, respondi.

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