Encontrar Jesus

Quando conheci meu melhor amigo

Eu tinha 21 anos quando li a Bíblia pela primeira vez. Alguém havia sugerido que eu começasse pelo Evangelho segundo João, mas como eu quase nada sabia da Bíblia, não entendia que os Evangelhos eram quatro relatos separados da vida e obra de Jesus. Por isso, iniciei a leitura do Novo Testamento a partir do ponto que me pareceu o mais lógico: o início, o Evangelho segundo Mateus.

Uma história de amor

Na Bíblia, Deus muitas vezes usa metáforas ou alegorias para descrever nossa relação com Ele. Falou do pastor e suas ovelhas; do pai e seu filho; da videira e seus ramos; da noiva e seu noivo.

Embora a Bíblia contenha 66 livros, é comum os comentaristas observarem que se trata de apenas um livro, com um tema central e um enredo coerente. É uma história de amor e como tal, tem um começo, altos, baixos e uma conclusão dramática.

A diferença

Imagine-se em uma mata viçosa, densa e convidativa. Você observa cada detalhe à sua volta, tentando reencontrar aquela sensação de êxtase que vivenciou em outras ocasiões em que ali esteve, mas desta vez os pássaros não estão cantando, a brisa não está agitando as folhas e o riacho parou de correr. Tudo está parado, congelado no tempo e sem vida. Você está na floresta, mas vê tudo como se fosse uma foto pendurada na parede.

A renovação da alma

Curiosamente, quase sempre que estou no consultório do dentista, está passando na TV da sala de espera um daqueles programas de reforma de casas. O som está silenciado, mas os interessados podem ler as legendas.

O fruto proibido

Em sua autobiografia, Confissões, Santo Agostinho, um teólogo da Igreja Primitiva, narra um incidente que aconteceu quando na sua adolescência. Havia uma pereira perto da vinha de sua família, cujos frutos não eram bonitos nem saborosos. Ele e alguns amigos furtavam aquelas peras não para comê-las, mas para jogá-las aos porcos. Conta que faziam isso pelo simples prazer de fazer algo proibido, uma prática tão antiga quanto Adão e Eva no Jardim do Éden.

Diferente e mais profunda

Fui criada em um lar cristão por dedicados pais cristãos. Orávamos antes de sair de casa, sempre que entrávamos no carro, antes de cozinhar, antes de começar uma lição de casa e, claro, antes de dormir. As estantes estavam sempre cheias de livros devocionais infantis e exemplares da Bíblia e assistíamos desenhos animados da Bíblia à noite.

Meu tapete

Já teve a sensação de ter tomado a estrada errada, ou que você não nasceu destinado ao sucesso? Houve uma época quando minha vida não parecia fazer nenhum sentido, como o emaranhado de fios no lado avesso de uma tapeçaria.

Uma nova identidade

Um dos meus filmes favoritos é o clássico de 1967 Adivinhe Quem Vem para o Jantar, um período na história americana em que as questões raciais estavam em um momento crítico. A obra alcançou tremendo sucesso e se tornou um agente de mudança social.

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