Ano-novo

Aventuras, aqui vamos nós!

À frente está um mundo de novos minutos, novas horas, novos dias, novas semanas, novos meses. No limiar do novo ano, tanto é novo e fresco. Seus pecados e erros passados foram removidos pelo Meu amor e perdão.1

Não prometo que será um ano fácil, mas estarei com você em todos os desafios e experiências que o fortalecerão neste capítulo de sua vida prestes a começar.

Primeiras tentativas

Na Bíblia, encontramos o relato de um empreendimento ambicioso de um grupo de pessoas. Infelizmente, para eles, a construção do primeiro arranha-céu — a Torre de Babel — teve consequências que eles não previram. Na verdade, o projeto virou sinônimo de confusão.1

Cadernos e agendas

Por muito tempo, desde meus primeiros anos escolares, adorava a primeira página de um caderno novo. Branquinha, com cheiro gostoso, limpa, perfeita, sem nenhuma marca nem “orelha”, aquela folha em branco era tão convidativa e promissora! Talvez essa reação se desse por eu não ser tão organizada e arrumadinha, então o novo caderno era mais uma chance de melhorar minha caligrafia, ou simplesmente pela emoção de começar algo. Inevitavelmente, era uma questão de tempo, eu relaxava, o caderno ficava bagunçado e eu mal podia esperar para começar outro.

A montanha de Mallory

Quando perguntaram ao famoso alpinista George Mallory por que ele queria escalar o Monte Everest, ele simplesmente respondeu: “Porque ele existe.”

Não sabia que ficar em casa seria muito mais seguro? Não se importava com os perigos, as dificuldades e os riscos?

Escolhas de Ano Novo

Estou muito entusiasmado com minha resolução de Ano Novoe acho que vai funcionar. Não! Sei que vai funcionar. Tem de funcionar porque dela depende meu futuro. Decidi “pensar pequeno”.

Pode parecer uma contradição do costumeiro “pense grande” do início dos anos, mas resolvi “pensar pequeno” depois que um amigo me mostrou um artigo na Internet de Jim Rohn, “A Fórmula”. Aqui estão alguns trechos que resumem a estratégia de “pensar pequeno”:

Agarre-se firme

Quando criança, deitada na cama, na casa de meus avós, escutando os sons da televisão vindos do andar de baixo, gostava de olhar os quadros na parede. Em um deles, uma mulher de cabelo avermelhado ondulado agarrava-se a uma cruz de pedra em meio a um mar muito agitado. Pedaços de um barco boiavam ao seu redor e as ondas ameaçavam arrastá-la de volta para a água, mas seu olhar estava fixo na cruz à qual se segurava com toda a força.

Ano Novo, novos compromissos

O início de um ano é muito interessante. Muitas vezes, é quando pensamos em nossas experiências dos doze meses anteriores e vislumbramos o que os próximos nos trarão. Pode ser encorajador fazer um inventário dos desafios superados, das vitórias conquistadas, dos progressos feitos, dos compromissos cumpridos e das bênçãos colhidas ao longo do ano. É também um bom momento para avaliar áreas em que não atingimos completamente nossas aspirações. Talvez houve tempos difíceis e dificuldades, ou até fracassos, que vivenciamos e com as quais aprendemos.

Com os pés na lua

Há 45 anos, em 20 de julho de 1969, Neil Armstrong declarou: “Este é um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade.” A ocasião era importantíssima: pela primeira vez, um membro da espécie humana pisava na superfície lunar.

A expertise tecnológica levou a tripulação da Apollo aonde ninguém havia ido até então e é difícil imaginar os pensamentos e emoções dos astronautas e suas famílias. Contudo, há um incidente menos conhecido, mas revelador, ocorrido pouco depois da alunissagem, ou seja, do pouso na Lua.

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