Experiências natalinas

Pai para o órfão

“Deus é seu pai”, disse o jovem. “Veio no Natal em forma humana. Por meio de Jesus é possível saber como Deus é.” Seus olhos estavam cheios de esperança, mas não me convenci. “Um pai que se importa com seus filhos. Ele vela por você e está sempre presente.”

Descobrindo o Natal

Praticamente todo mundo adora receber um presente. É maravilhoso saber que alguém pensou em você. Alguém se importou o suficiente para pensar em algo que você ia gostar, saiu para comprá-lo ou o confeccionou, e depois deu para você.

Compartilhando o Natal

Era véspera de Natal e eu corria para terminar o meu serviço cedo e me preparar para a comemoração à noite com familiares e amigos, quando o telefone tocou. Atendi impaciente: “Alô!”

“Feliz Natal, Lilia! — desejou-me a voz cheia de alegria e falando inglês com um forte sotaque.

A ampulheta

Na manhã da véspera de Natal, ao chegar à minha mesa de trabalho, descobri que o vidro da nossa amada ampulheta estava quebrado. Joguei-a fora, mas depois peguei-a de novo, pensando em usá-la para fazer uma foto dramática.

Os presentes

O Natal pode ser comparado a um presente de Natal, onde o doador é Deus, o presente é Jesus e o destinatário é o mundo inteiro e cada um de nós pessoalmente. A comparação se baseia no que é provavelmente o mais conhecido e mais importante versículo da Bíblia, João 3:16. Eu tinha ouvido e usado a analogia muitas vezes, mas o seguinte e-mail de Paloma Sridhar, enviado de Bangalore, Índia, acrescentou um toque surpreendente:

Sozinha no Natal

Eu vinha tentando não pensar no Natal, com medo de que o dia chegasse e esperando que, de alguma forma, um anjo entrasse em minha vida e consertasse tudo. Até tentei fingir que era apenas um dia como outro qualquer, nada especial, alimentando a esperança de que a solidão simplesmente desaparecesse. Não adiantou. O Natal estava em toda parte e eu, sozinha. Não tinha ninguém com quem conversar ou que me desejasse um Natal feliz. Minha depressão aumentava a cada minuto e era o que eu mais temia!

Tempo de milagres

Faz muitos anos, eu vivia e trabalhava em um pequeno centro de voluntariado no sul da Rússia. Uma semana antes do Natal, uma tempestade de neve derrubou os cabos da rede elétrica que abastecia toda a região. Ninguém sabia quanto tempo o apagão duraria, pois a equipe de reparos tinha de esperar o tempo melhorar para poder chegar à área afetada nas montanhas e fazer os consertos necessários. No meio tempo, todos tentamos sobreviver da melhor forma possível.

Nosso melhor Natal

O melhor Natal que já tivemos foi justamente um em que tínhamos muito pouco dinheiro para gastar! Tendo mudado de país fazia pouco tempo e deixado nossas decorações de Natal onde morávamos, não sabíamos bem como enfeitaríamos a casa, pois os custos da mudança tinham nos deixado com poucos recursos disponíveis. Felizmente, em um fim-de-semana de outono, durante um passeio na floresta, meus filhos sugeriram que colhêssemos pinhas para usarmos na decoração de Natal. A ideia foi prontamente posta em execução e em pouco tempo tínhamos uma grande quantidade desses cones.

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