Experiências natalinas

1.001 presentes para Jesus

No ano passado, no Natal, algo mágico me ocorreu. Eu andava incomodado com todo o comercialismo que ataca nossa cidade meses antes da festa. Por conta dos anúncios chamativos e o sentimento de que, nas circunstâncias em que me encontrava, não tinha muito para oferecer a Jesus, perdi o entusiasmo. Faltava-me vontade de decorar a árvore e não queria lidar com a culpa nem com o estresse que viriam dos esforços de última hora para “dar sentido às coisas”.

Balé no céu

Era manhã de Natal e, ao lado de minha esposa, desfrutava o fim de um mês para lá de agitado. Da varanda do hotel em que estávamos, avistava-se um lago de águas límpidas que, com as montanhas de cumes brancos de neve à sua volta, formava uma paisagem idílica. Contudo, o que acontecia em um nível acima foi o que capturou meu interesse.

Sapatos de Natal

A época de Natal é sem dúvida, a parte do ano que mais gosto e origem das melhores memórias que guardo. Eu tinha seis anos e nevava muito naquele dezembro quando minha família voltou para os EUA depois de anos nas Filipinas, onde realizou uma obra missionária. Foi quando conheci meus avós e vi neve pela primeira vez. Aos 15 anos, passei a noite de Natal tocando percussão em uma banda de Washington D.C. que tinha vindo para o México para uma série de concertos beneficentes. Foi muito maneiro.

Maçãs vermelhas e brilhantes

O Natal de 1984 foi o terceiro que nossa família passou longe da Europa. A remota vila no Leste da Índia para onde nos mudáramos e onde trabalhávamos como voluntários tornara-se nosso segundo lar. Tivemos algumas dificuldades iniciais para nos ajustarmos ao clima e à cultura tão diferentes para nós, mas logo estávamos encantados pela gente maravilhosa com quem convivíamos e passamos a desfrutar das novas paisagens, sons, sabores e fragrâncias. Gostava em especial de fazer compras no mercado local, onde durante todo o ano era possível encontrar uma seleção fabulosa de frutas suculentas: mangas, bananas, mamões, jacas, limas e várias outras.

Por que o Natal?

Certo homem não cria em Deus e não titubeava externar seu ponto de vista a respeito de feriados religiosos como o Natal. Sua mulher, por outro lado, acreditava no Senhor e incutia nos filhos a fé em Deus e em Jesus, a despeito dos comentários depreciativos do esposo.

Numa fria noite de Natal, ela se preparava para levar as crianças para o culto da comunidade rural onde viviam e convidou o marido a acompanhá-los, mas ele se recusou:

Memórias de Natal

Nasci em 1955, apenas dez anos após a Segunda Guerra Mundial, quando as dificuldades dos anos de conflito ainda eram frescas na memória das pessoas. Meu avô costumava nos contar da fome e exaustão extremas daqueles dias, da luta que era necessária para simplesmente continuar vivo durante os longos meses de inverno.

Desempenhando um papel

“Eu sabia que vocês viriam!” —disse a frágil idosa apertando minha mão.

Era tempo de Natal. Meus filhos e eu visitávamos lares de idosos e orfanatos, como costumávamos havia alguns anos. Nos orfanatos, procurávamos organizar brincadeiras, fazíamos apresentações musicais e distribuíamos pequenos presentes doados por nossos patrocinadores. Também dávamos presentes para os idosos, mas, a presença de meus filhos era o bastante para fazer a alegria daqueles que moravam naqueles lares. “Que crianças adoráveis!” —repetiam várias vezes.

Dose dupla de espírito

O que na verdade me acordou no Starbucks

Eu estava hospedado na casa minha avó, nas proximidades de Atlanta, no estado da Georgia. Tudo estava indo muito bem, exceto que eu tinha de fazer um trabalho e para isso precisava acesso à Internet.  Pouco antes do Natal, deveria responder a alguns e-mails importantes. Decidi então ir ao ponto de Wi-Fi mais próximo, para depois fazer umas coisas no comércio e tomar um bom café.

Não consegui acesso no primeiro ponto. No segundo, consegui acesso, mas não enviar e-mail. Impaciente, decidi ir para o Starbucks.

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