Natal

Aqueles pastores asquerosos

“Havia naquela mesma região pastores que viviam nos campos, e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite.” — Lucas 2:8

Na infância, uma das imagens de Jesus que eu mais gostava era a que O retrata como o Bom Pastor, levando nos ombros um cordeiro. Imaginava que os pastores que cuidavam dos rebanhos nos campos na noite em que Jesus nasceu seriam membros respeitáveis da sociedade, considerados gente honesta, confiável e, portanto, testemunhas íntegras cujas palavras teriam crédito e seriam aceitas. Do contrário, por que os anjos lhes confiariam a importante mensagem de que o Filho de Deus havia nascido?

Repintando o anjo

A estatueta de um anjo segurando pela mão um menino fora colocada fora de vista numa prateleira no fundo de uma loja de antiguidades. Estava amarelada e empoeirada, perdida no meio de potes, peças de cerâmica e adornos. Mexendo na prateleira, um senhor a encontrou e teve uma súbita inspiração: tirar a peça do esquecimento, restaurá-la e lhe dar um lugar de honra entre suas decorações de Natal.

Ele veio a nós

Recentemente, li sobre a história do Natal e as origens de várias tradições natalinas, inclusive as que provavelmente têm raízes nas festas e rituais pagãos. O que me chamou a atenção é que uma das verdades mais fundamentais sobre Jesus é como Ele nos aceita tal como somos.

Jesus diz que jamais rejeitará ninguém que vier a Ele.1 Seu círculo de amigos não é um clube exclusivo com um regulamento rígido. Na verdade, mais do que nos aceitar, muitas vezes Se adapta a nós para atender às nossas necessidades.

Canções de Natal

Sempre gostei no Natal de ouvir e cantar os lindos coros natalinos escritos séculos atrás. Gosto tanto, que os ouço em qualquer época do ano. Muitas dessas canções são verdadeiras obras primas. Recentemente, quando procurava na internet a letra de algumas das minhas favoritas, a beleza de sua poesia e o poder de seu propósito me impressionaram como nunca antes.

Entalhes de Natal

No Centro de Joinville, galhos secos, folhas de palmeiras-imperiais, chumaços de barba-de-velho, cipós e algumas tábuas se compunham para dar forma à cena típica da época. Os animais e os humanos talhados em tocos e ornados com mato imprimiam uma simplicidade extraordinária e profunda àquela expressão artística da Natividade. Ali, elementos da flora da Mata Atlântica, restos dos jardins das praças da cidade e caixotes descartados geravam uma beleza improvável que contrastava com os enfeites luminosos extravagantes — tantas vezes ocos de significado — vistos nos outros locais públicos naquele dezembro.

Charadas de Natal

Há um tipo de jogo de charada em que a pessoa faz mímicas para que os demais adivinhem “quem” está ela está representando. Os atores do primeiro Natal poderiam ser representados com as seguintes expressões:

Meu presente de Natal

Qual foi meu presente para o mundo no Natal? Minha vida para o perdão de seus pecados, para que de Mim e por Mim e em Mim você pudesse ter vida.1

Tudo começou quando criei o belo e maravilhoso mundo no qual você vive e lhe dei vida. Então lhe dei Minha vida, ofereço a você o acesso para a vida eterna. Eu lhe dou esperança pelo conhecimento de que sou eterno, imutável e que jamais me distanciarei.

Luz de vela

A lembrança, como uma vela, queima com mais brilho no Natal. —Charles Dickens (1812–1870)

Acendo esta vela com EXPECTATIVA… 

O fato de não sabermos a data exata do nascimento de Jesus não importa. O que conta é que Ele nasceu. Em meio às nossas atividades, vamos parar para pensar sobre o Salvador que viveu, morreu e ressurgiu por nós.1

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