Gratidão

O denominador comum

Eu gostaria que você pudesse conhecer pessoalmente três pessoas que no último ano me impressionaram grandemente. A primeira foi um garçom que limpou minha mesa, sentado numa cadeira de rodas. Ele era de uma simpatia tão grande, que não me surpreendi quando o gerente do restaurante me disse que era seu melhor funcionário. “Acho que mais gente volta ao restaurante por causa dele do que por causa da comida” — disse brincando.

A prática da gratidão

Cada um de nós é um beneficiário do amor e desvelo de Deus. Desenvolver uma atitude de gratidão para com Deus gera em nós uma atitude de gratidão pela vida e por tudo mais que ela nos traz. Quando paramos um momento para olhar à nossa volta, vemos os pássaros, o céu, a paisagem, as flores, o verde e refletimos nas coisas que desfrutamos — o amor que temos e que compartilhamos com os outros, nossos filhos, nossas experiências — descobrimos muitas razões para sermos gratos. Não surpreende que a Bíblia fale tanto sobre gratidão e ações de graças.

Desfrutando a viagem

Estou aprendendo a importância de aproveitar a viagem e não apenas a chegada ao destino final. O destino define a viagem e, claro, é muito importante. Contudo, como muitas vezes gastamos muito mais tempo viajando do que apreciando o lugar para onde vamos, é aconselhável aprender a valorizar mais as coisas do dia a dia.

Aquela primeira mordida

Coloquei um pedaço de omelete na boca e silenciosamente agradeci a Deus.Eu estava com fome e o sabor estava extraordinariamente delicioso. Os temperos sutis se combinavam com o gosto do queijo derretido, enquanto eu pensava no maravilhoso desvelo de Deus.

Um cogumelo errante

Enquanto picava legumes para o jantar, por duas vezes tive de impedir que um cogumelo desgarrado caísse do balcão.

Você é tão bom pra mim, Deus — pensei.

Lembrava-me do cadastro que preenchera naquela manhã para alugar um apartamento. Por favor, seja bom comigo e faça com que meu cadastro seja aprovado — como se alguma vez Deus não tivesse sido bom.

Flores do céu

Não surpreende que a Bíblia tenha inspirado tantos artistas. Seus textos são repletos de descrições vívidas. Vejamos um exemplo: “Vocês têm plantado muito, e colhido pouco. Comem, mas não se fartam. Bebem, mas não se satisfazem. Vestem-se, mas não se aquecem. Aquele que recebe salário, recebe-o para colocá-lo numa bolsa furada!”1 Tão verdadeiro hoje quanto o era dois milênios atrás, podemos visualizar aquilo ao que o profeta se refere: insatisfação no trabalho, a luta para pagar as contas, tentativas vãs de acompanhar as imposições da moda e o achatamento do poder de compra do dinheiro.

Um coração cheio de alegria

A alegria do Senhor não se baseia em coisas efêmeras que vêm e vão, nem em circunstâncias. A alegria do Senhor se fundamenta em um futuro feliz, no que virá a ser, no potencial de cada situação. Sua alegria tem por base coisas eternas, o amor, o desfrutar da felicidade de Suas criações e de todos os outros prazeres saudáveis e eternos que o dinheiro não pode comprar. É aí que está a verdadeira alegria.

Xô, tristeza!

Eu estava de mal humor e não estava fácil melhorar meu astral. Não sou lá muito emotivo nem tenho dificuldades para me automotivar, mas aquela vez estava complicado. E no meio de tudo isso um amigo ganhou um Mercedes-Benz em algum tipo de sorteio!

Primeira reação: Fiquei feliz. Então coisas desse tipo de fato acontecem, inclusive com gente que conheço! Minha segunda reação foi me perguntar: Cadê meu Mercedes-Benz?

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