Oração

Tempo de quem?

Não faz muito tempo, confidenciei a uma amiga que eu me sentia sobrecarregada com estresse e ansiedade por causa do meu trabalho. Ela sugeriu que eu passasse mais tempo meditando na bondade de Deus e estudasse a Sua Palavra como antídoto.

“Mas não tenho tempo para isso!” — protestei.

Três lições que fortalecem a fé

Tudo começou uma manhã quando discordei de minha esposa. Foi durante um momento de provação e devo dizer que não me saí muito bem. Andava muito irritado e encontrando defeito em todos ao meu redor. Eu estava para falar uma grosseria para minha esposa quando me flagrei, interrompi o que começara a dizer e resolvi orar para saber se deveria dizer aquilo. A resposta foi um enfático “Não!” Tudo aconteceu tão rapidamente na minha cabeça, mas deu início a uma reação em cadeia de coisas que produziu um importante aprendizado.

Meu companheiro de lavar louças

Alguns dos momentos mais importantes com Deus aconteceram enquanto eu lavava louças. Há muitos anos cultivo o hábito de começar a manhã com leitura e oração. Entretanto, o tempo não para e eu preciso levantar e começar as tarefas do dia antes mesmo de sentir que terminei meu tempo com Deus. Parafraseando o antigo hino cristão, “Eu ficaria no jardim Contigo, mas o dia à minha volta começa.”1

Velas e orações

Há alguns versículos com os quais tenho dificuldades. Um deles é “Orai sem cessar.”1 Sempre penso nele e aprendi a importância de orar. Oro muito, mas não sem cessar e muitas vezes me senti culpada por não orar o bastante.

Orações de dois minutos

Muitas vezes, tive dificuldades para dedicar tempo à oração. Apesar de minha esposa e eu termos o hábito de orarmos juntos antes de sair da cama, não é raro eu esquecer de “conversar com Jesus” ao longo do dia, especialmente quando surgem imprevistos. Sei que preciso orar, mas é difícil —muito difícil mesmo— dedicar tempo para orar.

Pães e orações

A oração muitas vezes funciona como o processo de fazer um pão. É preciso misturar os ingredientes, sovar a massa, deixar descansar e então assar.

Primeiro passo: misturar os ingredientes. Não se pode apenas jogar um monte de ingredientes aleatoriamente numa bacia e achar que vai ter um pão. Se deseja algo comestível precisa usar ingredientes específicos.

Peçam, busquem, batam

O sétimo capítulo de Mateus 7, a parte final do Sermão da Montanha, contém várias afirmações sucintas com importantes ensinamentos para os cristãos. Nessa passagem, Jesus trata da oração, dando continuidade ao que vinha falando no Sermão: não orar como os hipócritas que querem ser vistos pelos outros1 ou como os pagãos que falam em vão ou pensam que suas orações serão respondidas por serem repetidas incessantemente;2 mas orar a Deus com o entendimento de que Ele é nosso Pai no céu que nos ama e vela por nós.3

A rolha e a barra de aço

A Bíblia ensina que “a oração de um justo é poderosa e eficaz.”1 Mas a maioria provavelmente se pergunta quanta diferença suas orações fazem, especialmente depois de pedir por muito tempo e com muita intensidade a mesma coisa a Deus, sem obter o resultado desejado.

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