Experiências

Uma escalada de cura

“Se conseguirmos subir essa montanha, poderemos superar qualquer coisa juntos!”

Ainda me lembro de meu pai, lutando para sorrir e parecer esperançoso ao apontar para uma montanha rochosa a uns 30 metros da estrada. Eu tinha 13 anos na época, viajava com meu pai e meu irmão para os Estados Unidos pelas montanhas rochosas no calor escaldante do México para cuidar de alguns negócios.

Uma noite longa e sombria

Eu havia caminhado dez quarteirões até a loja de produtos naturais para comprar vitaminas. Gostava de andar e fazia esta caminhada frequentemente. Mas hoje eu tinha algo diferente. Remexia o dinheiro na bolsa e esquecera minha lista.

No caminho para casa, parei para esperar que o semáforo abrisse. Minutos depois, reparei que havia pessoas olhando para mim de um jeito estranho. Percebi então que o sinal já tinha mudado várias vezes e eu continuava ali. Depois, a caminhada até a casa pareceu demorar uma eternidade.

Nada a temer

Meus piores temores me sobrevieram quando cheguei ao hospital. Aquilo me parecia uma ameaçadora e medonha fábrica de saúde, onde médicos impessoais estudavam meus sintomas a uma distância profissional e enfermeiras apareciam ao lado de minha cama nos horários mais estranhos para medir a temperatura do meu corpo, injetar-me algo ou me dar uma xícara de café.

Fraca, mas forte

Há nove anos, passei por uma operação cirúrgica que mudou minha vida. Quando fui levada às pressas para o hospital por conta de uma dor incapacitante na região inferior direita do abdômen, foi detectado que um grande cisto gangrenoso havia rompido pelo que deveria ser feita uma intervenção cirúrgica de emergência. O médico me garantiu que eu estaria recuperada em dois meses e me apeguei a essa promessa.

O socorro vem do Senhor

O marido de uma missionária faleceu aos 37 anos, deixando-a com sete crianças com idades entre sete meses a 14 anos. Como estavam em processo de migração da Argentina para o Brasil, a viúva ficou sem pensão. Ela morava em Foz do Iguaçu, na chamada tríplice fronteira entre Argentina, Paraguai e Brasil. As irmãs dela se ofereceram a ajudar a criar alguns de seus filhos, mas ela decidiu manter a família unida.

A fé consegue outra vez!

Quando olho para as encruzilhadas que já encontrei na vida — as vezes em que tudo parecia estar dando errado ou que meus planos sofreram um tremendo revés — vejo que minha fé desempenhou um papel crucial e me ajudou a enfrentar as adversidades e os desafios.

Pode mandar!

Minha segunda filha nasceu faz poucos meses. Tantas novas emoções, alegrias e lições acompanham a chegada de mais uma criança na família. Meu mais novo desafio é me preparar para voltar a trabalhar e a minha neném de três meses para essa transição. Minha primeira filha (agora com quase quatro anos) nunca gostou de mamadeira e a mais nova parece ter o mesmo paladar. Com frequência me deparo com a mesma decepção e me sinto uma terrível desperdiçadora ao jogar fora a mamadeira de leite que ela não tomou.

Encontros com borboletas

Enquanto pesquisava para escrever uma curta história sobre um antiquário que colecionava borboletas raras, deparei-me com um site na internet1 rico em histórias envolvendo essas fascinantes criaturas.

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