Superar

Mais rápido que os bandidos

Cresci assistindo televisão em preto e branco, quando os filmes de bangue-bangue eram tremendamente populares. Os seriados como Bonanza, ou os filmes do Buffalo Bill e Cisco Kid não contavam com os recursos que o computador hoje oferece, não tinham os efeitos especiais hi-tech atuais nem as perseguições em carros, praticamente obrigatórias nos filmes destes dias. Naquela época, o auge da ação se dava quando uma diligência ou um trem sofria o ataque de bandidos, que em geral usavam chapéus pretos (para os diferenciar dos mocinhos que costumavam preferir os brancos). Os animais que puxavam as pesadas carruagens não eram páreos para os velozes cavalos dos malfeitores, mas os trens eram presas mais difíceis.

É possível superar o passado

Em geral, as experiências desagradáveis pelas quais passamos são como pequenos machucados e arranhões em nossos espíritos. Como as pancadinhas do dia-a-dia que imprimem manchas escuras no corpo e doem por pouco tempo, as mágoas que sofremos talvez nos deixem “marcas roxas” temporárias na forma de pensamentos negativos ou desânimo, mas, tipicamente, são rapidamente esquecidas. Mas há ocasiões em que nossas almas sofrem ferimentos mais profundos. Como podemos ser curados desses?

No caso de lesões mais graves, não hesitamos em procurar um médico que adote as medidas cabíveis, fazendo a assepsia do local e o curativo capaz de proteger o ferimento. Conforme o caso, pode ser preciso acompanhamento médico para garantir que a cura se dê da forma apropriada. Mesmo assim, a recuperação total pode demorar.

Corra a carreira

Duas horas, cinco minutos e dez segundos. Foi o que levou o queniano Samuel Wanjiru para completar em primeiro lugar os 42 quilômetros da Maratona de Londres, em abril de 2009.

Treze dias. Foi o que precisou o major britânico Phil Packer, paraplégico por conta de um ferimento na coluna dorsal, para chegar em último lugar, na mesma competição, da qual participaram 36 mil pessoas. Esse prodígio de perseverança gerou mais de R$ 1,6 milhão em doações para obras de caridade.

De volta ao tatame

As coisas iam bem. A caminho do escritório, pensava como o mundo era maravilhoso. Ao chegar diante do meu computador, meus dedos foram como que atraídos a estabelecer contato com o teclado.

Mas tão logo o monitor se iluminou, senti que algo terrível havia acontecido: meu HD havia dado pau.

A recompensa da fé

“Ai, meu senhor, o que faremos?” — perguntou o servo de Eliseu.

O rei de Aram (atual Síria) estava em guerra com a antiga nação de Israel, e tinha enviado um exército inteiro à cidade de Dotã para capturar o profeta Eliseu. Os invasores chegaram à noite e quando o servo do homem de Deus saiu de casa na primeira hora da manhã, deparou-se com a cidade cercada pela cavalaria inimiga.

Nadar ou afundar

Você já notou como algumas pessoas conseguem se manter “na superfície” em meio a problemas e dificuldades, enquanto outras “afundam”? O que diferencia os flutuadores dos afogados? Minhas observações me levam a crer que o maior fator parece ser a capacidade de acreditar no amor de Deus. Quando os que entendem quanto Ele os ama começam a submergir, sabem que não os deixará no fundo. Ao contrário dos demais, não se desgastam tentando manter a cabeça fora da água nem, como acontece nos casos piores, cedem ao pânico, o que apressa o afundamento da vítima. Flutuando sobre sua fé, os nadadores dos mares da vida usam suas energias para chegar à terra firme.

A escalada até a vitória

O caminho escarpado não desanima o alpinista, pois ele ama o desafio. Nada o impede de seguir adiante até alcançar a meta. Nenhuma adversidade o faz voltar atrás. Quando olha para os caminhos íngremes à sua frente, não se concentra no perigo, mas nos apoios e pequenas lajes na rocha onde pode se apoiar para chegar ao topo. Ele não se deixa deter pelas dificuldades do local nem pelo cansaço. Pensar na vitória é o que o faz avançar rumo ao topo.

São muitos os obstáculos na vida, mas cada um transposto é uma vitória. Quando a situação ficar difícil, apoie-se em Mim. Deixe-Me orientá-lo e guiá-lo ao alto pelos caminhos íngremes. Conheço todos os locais perigosos e sei como passar por eles. Juntos, superaremos cada obstáculo e alcançaremos o cume. E juntos fincaremos lá em cima a bandeira da vitória!

Uma mente tranquila

Sou preocupada por natureza. Eu praticamente vivo preocupada com alguma coisa.

Além disso, sou “multitarefa”, ou seja, consigo fazer quase qualquer coisa e me preocupar ao mesmo tempo. Esta manhã, por exemplo, tentava passar um tempo sossegado lendo alguns textos devocionais e refletir. Digo “tentava”, porque, durante a leitura, preocupava-me com o trabalho que tinha a fazer naquela semana, com alguns problemas de saúde que havia algum tempo se arrastavam e com uma viagem que faria em breve. Então, enquanto lia, a seguinte frase saltou-me aos olhos: “Na Bíblia, a admoestação ‘não temas’ aparece mais de cem vezes.” Acho que Deus estava consciente da nossa inclinação para a preocupação e o temor.

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