Experiências de pais

Pego dormindo

A caminho de casa, após um passeio com alguns amigos, perguntei ao meu caçula se havia se divertido.

“Mais ou menos” — respondeu. “Os meninos no playground estavam implicando comigo.”

“Como assim?” — perguntei. Como ele não costuma levar as coisas na esportiva, imaginei que não fosse nada sério.

Panquecas com creme

Meus dois filhos, Chalsey e Davin, nove e dez anos, vieram chora­mingando de novo.

— Mãe, a Chalsey está pegando todos os meus Legos!

— Davin sempre pega as melhores peças! — rebateu a acusada.

“Sentirmuitismo”

Acho que sou culpada por dizer, “sinto muito” demais e, por isso, às vezes dar uma ideia errada aos meus filhos. Anos atrás, quando um deles tinha cinco anos e caiu de bicicleta, eu disse que sentia muito. Eu tinha lhe dito claramente para não subir o morro na sua bicicleta de segunda mão, recém adquirida até seu pai checar os freios e lhe ensinar a usá-los. Mas ele subiu assim mesmo.

Aconteceu que eles funcionaram bem, mas ele não sabia o que fazer, e entrou em pânico. “Voou” morro abaixo, cruzou uma plantação de milho e depois retornou à estrada. Ele não se lembra de nada depois disso, mas foi encontrado deitado no chão e precisou levar alguns pontos. Então eu disse que sentia muito.

Safári com meu filho

Eu morava em Gâmbia, no oeste da Àfrica, quando fui com meu filho Chris, na época com cinco anos, em uma viagem a uma vila chamada Sintet, onde nosso grupo de voluntários da Família Internacional ajudava na construção de uma escola.

As façanhas contadas pelos meus colegas que voltavam de lá sempre me fascinavam. Por isso, quando ouvi que uma equipe faria uma viagem de um dia e meio ao vilarejo, aproveitei a chance.

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