Romance e casamento

Um bom começo

Clark e Mary estavam apaixonados. Ele a pediu em casamento e ela aceitou. Mas a coisa não era tão simples. Clark sabia que para ter um casamento feliz e harmonioso, precisava da aprovação de Clarence e Goldie, pais de Mary — especialmente Goldie. Ele ouvira falar que sogras podem ser... digamos... um pouco difíceis. Então, quando chegou a hora de lhes contar a decisão, Clark se preparou para o pior e esperou o melhor.

Renovando a magia

Pergunta: Estamos casados há 11 anos e ainda nos amamos, mas nossa relação perdeu o colorido. O que podemos fazer para renovar a magia em nosso casamento?

O casal excêntrico

Quando conheci Danica e Milic, há 13 anos, eles já eram afetuosamente conhecidos como “os avós na montanha”, porque moram na pequena vila de Suhodol, que significa “monte seco”. Para chegar lá, é preciso seguir por uma trilha íngreme, um acesso impossível por carro no inverno. Eles não têm água encanada nem banheiro dentro de casa, uma condição nada rara naquela região da fronteira da Croácia e Bósnia, onde abundam histórias tristes de gente que escapou da guerra e da destruição, passou tempo em campos de refugiados e voltou para encontrar suas casas queimadas, suas vilas bombardeadas para aí recomeçar a vida na idade de se aposentarem.

Um romance duradouro

Tive recentemente a oportunidade de conviver com um casal para lá de especial. Eles estão juntos há mais de 35 anos e ver como se relacionavam levantou para mim a régua do conceito de casamento.

Sentamo-nos para desfrutar uma refeição ao ar livre e Jen fez o prato de Greg. “Ele adora aspargo!” — disse, feliz por trazer ao marido algo que lhe dá prazer.

Cartão postal de Verona

Sou da mesma cidade natal de Romeu e Julieta. Todo dia, a caminho da escola, passava pela famosa varanda da qual Shakespeare faz Julieta chamar seu amor e para a qual ele certa vez escalou segurando-se em uma de suas longas tranças. Recentemente, voltei à Verona e tornei a passar pelo cenário daquele momento de amor. Mas a multidão de turistas não me permitiu sequer chegar perto da famosa sacada e as paredes estavam cobertas com assinaturas, que, periodicamente são repintadas, para que outros turistas tietes escrevam seus nomes. Na rua, um sem número de lojas vendem souvenires com motivos românticos.

Casada com um astro

Nos filmes românticos que assisti na minha infância e adolescência, todo o universo parecia parar quando o mocinho encontrava a mocinha. A partir daí, aparentemente a única coisa necessária para viver eram aqueles momentos em que ficavam se olhando e se abraçando, de preferência em algum lugar exótico e paradisíaco.

Como muitas garotas, imaginava que isso era a verdadeira representação de apaixonar-se. Mas a vida real não é bem assim. Nunca encontrei o “mocinho perfeito” —pelo menos não da espécie que parece habitar Hollywood—, mas tenho meu próprio astro de cinema.

E dou-lhe três

Sou casada pela terceira vez —algo que não costumo dizer na presença de recém-casados. Agradeço a Deus pelos dois primeiros casamentos, pois resultaram em lindas crianças, meus mais preciosos tesouros. Contudo, foi no terceiro que a mágica aconteceu.

Quando me separei pela segunda vez, pensei que era o fim e que, sozinha com meus filhos, teria de me virar a partir de então. As duas relações me deixaram azeda e eu não esperava que pudesse haver outro homem na minha vida, mas me enganei.

Na saúde e na doença

Outro dia assisti à comédia romântica Amor e Outras Drogas,baseada no livro de memórias de Jamie Reidy, Hard Sell: The Evolution of a Viagra Salesman.

Na minha opinião o filme pareceu um pouco um “show de variedades”, mas mostrou uma história de amor pé no chão nada típica de filmes românticos ou do estilo de Hollywood. A jovem e linda Maggie Murdock (Anne Hathaway) tem uma doença degenerativa incurável—mal de Parkinson. Para mim, isso compensou pelos trechos no filme que não me agradaram, porque na vida real, nos relacionamentos, reveses acontecem.

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