Romance e casamento

E dou-lhe três

Sou casada pela terceira vez —algo que não costumo dizer na presença de recém-casados. Agradeço a Deus pelos dois primeiros casamentos, pois resultaram em lindas crianças, meus mais preciosos tesouros. Contudo, foi no terceiro que a mágica aconteceu.

Quando me separei pela segunda vez, pensei que era o fim e que, sozinha com meus filhos, teria de me virar a partir de então. As duas relações me deixaram azeda e eu não esperava que pudesse haver outro homem na minha vida, mas me enganei.

Na saúde e na doença

Outro dia assisti à comédia romântica Amor e Outras Drogas,baseada no livro de memórias de Jamie Reidy, Hard Sell: The Evolution of a Viagra Salesman.

Na minha opinião o filme pareceu um pouco um “show de variedades”, mas mostrou uma história de amor pé no chão nada típica de filmes românticos ou do estilo de Hollywood. A jovem e linda Maggie Murdock (Anne Hathaway) tem uma doença degenerativa incurável—mal de Parkinson. Para mim, isso compensou pelos trechos no filme que não me agradaram, porque na vida real, nos relacionamentos, reveses acontecem.

36 segundos

Meu marido, Daniel, e eu vivemos com nossos quatro filhos no 13º andar de um prédio na cidade de Taichung, em Taiwan. Não é preciso dizer, portanto, que o elevador é parte de nossas vidas.

Até aquele momento, havia sido apenas outro dia normal e ocupado, ao qual dediquei a maior parte da minha energia e tempo para cuidar das crianças e apartar suas brigas. Saímos juntos para fazer nem me lembro o que e estávamos voltando para casa. Entramos no elevador vazio, uma das crianças apertou o botão, o número 13 acendeu e as portas fecharam.

O espelho do casamento

“Mari-i-i-i-ie!”—ressoou por toda a casa a voz estressada de meu marido. “Onde você disse mesmo que estava minha camisa verde?”

“Está no closet, no lado esquerdo, entre suas camisas brancas e sua jaqueta.”    

“Não encontrei!”

Sigo a voz escada acima e entro no quarto.

Rompendo o ciclo do egoísmo

Pergunta: Fico chateada e irritada quando meu marido é egoísta, mas sei que volta e meia também sou. E isso me incomoda ainda mais. O que posso fazer para ajudar a nós dois nesse aspecto?

Resposta: Quando surgem problemas dessa natureza entre duas pessoas, casadas ou não, muitas vezes o primeiro e muito necessário passo é a comunicação sincera e sábia entre os envolvidos. Saber discutir a questão com tato e ter a humildade para isso são, muitas vezes, os aspectos mais difíceis a superar.

Livre do ciúme

Pergunta: Há anos, luto contra o ciúme. Sei que meu marido me ama e ele não me dá motivo nenhum para ser ciumenta, mas não consigo evitar. Como posso me livrar do controle que o ciúme tem sobre mim?

Resposta: O ciúme — aquele sentimento desagradável que você tem quando se sente preterido pela pessoa amada em favor de algo ou alguém — pode ser irracional e a dominar. O primeiro passo é reconhecer que se trata de um sentimento errado e um problema, mas não é assim que muitos o veem. Consideram-no uma virtude, ou pelo menos algo natural e aceitável entre pessoas que se amam. Os que pensam assim, obviamente, não conseguem superar o ciúme, pois nem mesmo tentam.

A recriação de Carlos

“Posso dormir em sua casa esta noite?” — pediu Carlos ao telefone com voz trêmula,depois de explicar que tivera uma briga com a mulher e que não podia voltar para casa. Sabíamos também que ele estava passando por uma fase muito difícil. Para começar, tinha a esperança de ser promovido a gerente da sua empresa, mas outra pessoa foi escolhida para o cargo. Poucos dias depois, sofreu um acidente de carro no qual, graças a Deus, ninguém se feriu. E agora isso! Parecia que tudo estava dando errado.

Convidei-o para minha casa e, antes de sua chegada, minha esposa e eu pedimos ao Senhor para nos ajudar a animá-lo e nos dar sabedoria para lhe dar os conselhos certos sobre esse assunto pessoal, caso nos pedisse algum.

Quem é o chefe?

Quando as pessoas me pedem conselhos sobre sua vida a dois ou a respeito de um romance que está desabrochando, costumo lhes dizer que o mais importante é deixar Jesus ser o chefe. Por mais que duas pessoas se amem e tenham muito em comum, nem sempre vão concordar em tudo. Nessas situações, a melhor maneira de saber o que é certo, é consultar a autoridade máxima. Se ambos estiverem dispostos a deixar Jesus tomar as decisões, poderão evitar os atritos ou os ressentimentos que debilitam muitas relações.

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