Desvelo

A hospitalidade de Nilda

Há cerca de seis anos, mudamo-nos para um novo bairro. Desde então, tentamos ser amáveis e gentis com nossos vizinhos. Sempre os cumprimentávamos com um sorriso e perguntávamos como estavam. Várias vezes fizemos pizza caseira e demos para eles como um sinal de amizade. Achávamos que estávamos fazendo algo especial ao mostrar aos nossos vizinhos que nos importamos com eles, até conhecermos a Nilda.

O negócio de reciclagem

Fiquei espantado quando vi as construções coloridas e intrincadas em um vídeo do YouTube. Casas minúsculas, pouco maiores do que uma casinha de cachorro, com portas, pequenas janelas redondas e telhados inclinados, para a água da chuva escorrer. E foram construídas sobre rodas, para que pudessem ser movidas. Realmente pareciam aconchegantes.

O super-herói interior

Você alguma vez ficou surpreso com a maneira como um problema ou dificuldade o afetaram? Pode ter sido um dedo machucado, ou uma dor de ouvido, algo que não parecia importante, mas que no final lhe causou muito transtorno durante o dia. E então vem alguém e diz: “Eu vivo com algum tipo de infecção no ouvido. É desconfortável, mas não deixo isso me incomodar. Você só precisa permanecer positiva e seguir adiante”. Apesar de nos esforçarmos para “dar graças em todas as circunstâncias”,1 nem sempre é fácil não nos deixarmos abalar e seguirmos em frente.

A vida altruísta

O altruísmo não está relacionado apenas à contribuição financeira. Às vezes, dar dinheiro é mais fácil do que dar de si mesmo. Dedicar tempo, atenção, ser solidário, compreensivo e orar pelos outros exige autenticidade. Temos de estender a mão, entender os outros, ter compaixão e fazer algo a respeito da situação. Muitas vezes, esses sacrifícios que exigem nosso tempo é o que realmente tem valor, como, por exemplo, quando abrimos mão de um dia de folga para ajudar em uma obra social ou visitar um doente.

O jogo dos corações

Imagine participar de um jogo no qual você compita apenas consigo mesma e fará o bem no processo? Quer entrar no “Jogo dos Corações”?

No ano passado, quando minha filha descobriu que seu câncer de mama havia voltado, minha mente se viu tomada por pensamentos depressivos e desesperadores noite após noite.

Como posso fazer a diferença?

Sempre que acesso o Facebook ou um site de notícias — ou vejo as revistas no display ao lado do caixa no supermercado — parece que há sempre coisas muito feias acontecendo, que me fazem oscilar entre a raiva e o desespero.

Nos meus feeds de mídias sociais, há comentários do tipo “Isso é tão triste!” ou “Odeio que isso esteja acontecendo!” Concordo com esses sentimentos, mas não posso deixar de pensar que sejam um tanto inúteis. Como dizer que não gostamos de catástrofes vai ajudar as pessoas terrivelmente afetadas por elas?

O guarda-chuva

O ar estava pesado com a iminência da chuva e eu caminhava pelas ruas de Chiba, Japão. Dei uma olhada para as nuvens e não me perdoava por não haver trazido um guarda-chuva. Parecia que o tempo ia abrir, mas não abriu.

Encontrando Jesus em lugares inusitados

Fiquei presa em um dos muitos e terríveis congestionamentos de nossa cidade. A fila interminável de automóveis, caminhões e ônibus se movimentava a uma velocidade medida em centímetros, enquanto os pedestres, os motociclistas e os ciclistas nos ultrapassavam sem dificuldades. O ar poluído e pesado estava me causando náuseas e a impaciência tomando conta de mim. Então, na “calçada” enlameada, entre camelôs vendendo frutas, legumes e quinquilharias, vi um garoto aleijado, de no máximo sete anos de idade, com a mão estendida pedindo esmolas.

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