Abi May

Abi May (também creditada como Chris Hunt) foi contribuinte da Contato na Grã-Bretanha.

A semente de fé

Quando Tomé, o apóstolo, duvidou que Jesus havia ressuscitado e que os outros discípulos O haviam visto e conversado com Ele,1 teve de ver o Salvador e tocar os furos feitos pelos pregos nas Suas mãos para se convencer. Privilégios assim são raros na vida de fé. Parece que, na maioria das vezes, Deus quer que acreditemos sem vermos, pelo que receberemos bênçãos especiais.2

Apesar de nem sempre ser fácil ter fé para acreditar no que não podemos ver, parte da resposta está em todo lugar à nossa volta. As flores que surgem na primavera, as árvores carregadas de fruto e cada colheita de trigo, milho ou arroz resultam de sementes comparativamente muito pequenas. Escondidas na terra escura, alimentadas pelo calor do Sol, regadas pela chuva ou pelo agricultor, transformam-se e se desenvolvem em plantas maduras.

Um homem fez a diferença

A sustentabilidade ambiental se tornou uma grande preocupação para quase todas as nações, e os debates sobre como melhor alcançar esse objetivo são contínuos e acirrados. Perplexa frente à complexidade da questão, a maioria busca soluções nas opiniões de cientistas ou de outros com conhecimento no assunto e recursos.

Abdul Kareem não esperou pelos demais. Sua casa, no sul da Índia, é cercada por hectares de floresta nativa com abundante vida silvestre. Naquela parte do mundo a água costuma ser escassa, mas não nas terras de Kareem nem nas vilas ao redor. Mas isso nem sempre foi assim. Há 25 anos, a região não passava de um ajuntamento de morros secos, pedregosos e sem vida.

Reduza. Reutilize. Recicle.

Encontrar alternativas para reduzir o consumo, reutilizar itens e reciclar é uma forma prática de cada um cuidar do ambiente. E, de quebra, essas medidas simples muitas vezes enxugam as despesas domésticas.

Reduza o volume de resíduos

A redução de resíduos começa na compra. Se costuma jogar fora alimentos estragados ou com prazo de validade vencido, está comprando demais. O mesmo se aplica às refeições preparadas em casa. Se for frequente o descarte de sobras, diminua a quantidade do que prepara.

Agradeça a Deus pela sua criação

Você gosta de passear na primavera em meio a campos de flores silvestres, de passar dias preguiçosos de verão à beira da praia ou da piscina, das estonteantes cores do outono ou das regiões de contos de fada cobertas de neve e dos esportes de inverno? Das cordilheiras aos espaços abertos, das matas fechadas aos mundos subaquáticos, do microscópico ao infinito, é Deus quem torna tudo possível.

Contudo, a beleza e a majestade da criação de Deus são frágeis e devemos fazer a nossa parte para preservá-la para as gerações futuras.

O meu Senhor me carrega

No ano passado, meu marido e eu procurávamos o que na Inglaterra chamamos de “summerhouse” —uma construção pequena de madeira com portas e janelas de vidro. É apenas uma proteção para a pessoa sentar no jardim naqueles dias nada raros por aqui em que o clima não está ensolarado, nem quente nem seco. Depois de pesquisar, decidimos aceitar a oferta de uma empresa de conhecer nosso jardim e fazer uma proposta.

Richard, o representante que nos visitou, se mostrou um homem agradável e modesto. Depois de fazer os levantamentos necessários, sentamos juntos na sala examinando o catálogo que ele trouxera e discutindo os preços. Foi então que lhe contei que desejávamos adquirir uma summerhouse porque havíamos perdido nossa filha recentemente e queríamos um lugar quieto cercado pela natureza para meditação.

Vença as trevas

Ter medo é como estar trancado em um quarto pequeno e escuro. A escuridão pode ser tão densa que parece sufocar. Você tateia, mas não consegue encontrar a saída. Mas quando descobre o interruptor, acende a luz e tudo muda. Mesmo um pouco de luz ajuda a se situar e mostra a saída.

Uma coisa que não ajuda a dissipar o medo e a preocupação é fingir que o sentimento vai se dissipar se for ignorado. O medo deve ser afastado. Você precisa descobrir onde está a saída.

Aprecie este mundo maravilhoso

Imagine um viajante em um barco flutuando em um rio que serpenteia por um vale verde. Árvores e arbustos, alguns totalmente floridos, margeiam o rio. Picos majestosos cobertos de neve se erguem na distância. Mas o viajante não percebe a beleza à sua volta, por estar ocupado demais estudando o guia de viagem, aprendendo sobre a história da região e tentando descobrir aonde o rio o levará.

“Levante os olhos! Você está perdendo a paisagem!” —gritamos, em vão, para o homem, que continua lendo, cabeça baixa, absorto em seus pensamentos.

Um tempo para a reflexão

Muitas pessoas esperam o Natal com sentimentos contraditórios. Há uma expectativa feliz das celebrações, da boa comida, da pausa no trabalho e dos dias de folga para relaxar com a família e amigos, mas também existe a ansiedade que vem de pensar no período especialmente ocupado com a decoração, com as compras, com a preparação da ceia e dos entretenimentos. Alguns também enfrentam o aumento do risco de atrito que ocorre quando a família se reúne. Outros sofrem a dor da solidão.

Independentemente das nossas circunstâncias ou expectativas, todos podemos ter um Natal significativo e verdadeiramente abençoado se dedicarmos alguns minutos cada dia para a reflexão silenciosa sobre os símbolos da época. Vejamos alguns.

O cerne da questão

Em um evento social, fiquei agradavelmente surpresa ao encontrar dois colegas com quem eu havia trabalhado décadas antes. Conversamos sobre nossas vidas até que nossa conversa se ​​voltou a um projeto em que havíamos trabalhado juntos. Enquanto tentávamos resgatar a sequência de eventos e os resultados daquele trabalho, cada um se lembrou de detalhes diferentes. Para se formar uma compreensão clara do que realmente aconteceu, seria necessário combinar nossas lembranças.

Pensei nisso recentemente, quando reli os relatos do nascimento de Jesus nos Evangelhos. Nenhum deles conta toda a história, mas juntos fazem um relato surpreendente.

Os anjos na história do Natal

Deus envia um profeta para preparar o caminho.

Um anjo aparece para o sacerdote Zacarias e lhe diz que a esposa deste, Isabel, teria um menino, apesar de, havia tempo, passara da idade fértil, e que o nome do bebê deveria ser João. O emissário também explica que a criança fora enviada por Deus para preparar o caminho para o Messias. O menino cresce e se torna conhecido como João Batista. (Lucas 1:5-25)

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