Misty Kay

Misty Kay é autora de muitos artigos e livros. Sobrevivente de câncer e de fibromialgia, seus escritos levam ânimo e esperança àqueles que enfrentam os desafios da vida. Com seu marido e quatro filhos, Misty participa ativamente de trabalhos voluntários em toda a Ásia.

Panquecas com creme

Meus dois filhos, Chalsey e Davin, nove e dez anos, vieram chora­mingando de novo.

— Mãe, a Chalsey está pegando todos os meus Legos!

— Davin sempre pega as melhores peças! — rebateu a acusada.

36 segundos

Meu marido, Daniel, e eu vivemos com nossos quatro filhos no 13º andar de um prédio na cidade de Taichung, em Taiwan. Não é preciso dizer, portanto, que o elevador é parte de nossas vidas.

Até aquele momento, havia sido apenas outro dia normal e ocupado, ao qual dediquei a maior parte da minha energia e tempo para cuidar das crianças e apartar suas brigas. Saímos juntos para fazer nem me lembro o que e estávamos voltando para casa. Entramos no elevador vazio, uma das crianças apertou o botão, o número 13 acendeu e as portas fecharam.

Cuidado com o nega-bug

Relatório de pesquisa

Recentemente, cientistas fizeram uma fascinante descoberta a respeito de um parasita pouco compreendido. O organismo foi denominado nega-bug por causa do efeito negativo que tem no bem-estar mental e emocional da pessoa infectada.

Apesar de não poder ser visto a olho nu, a infestação é facilmente identificada pelos sintomas peculiares. O parasita se instala na membrana macia do ouvido interno do hospedeiro. Suas minúsculas asas vibram em uma frequência indetectável pelos humanos, mas que interfere com as ondas cerebrais e deixa a vítima se sentindo confusa e deprimida.

A recompensa da fé

“Ai, meu senhor, o que faremos?” — perguntou o servo de Eliseu.

O rei de Aram (atual Síria) estava em guerra com a antiga nação de Israel, e tinha enviado um exército inteiro à cidade de Dotã para capturar o profeta Eliseu. Os invasores chegaram à noite e quando o servo do homem de Deus saiu de casa na primeira hora da manhã, deparou-se com a cidade cercada pela cavalaria inimiga.

Em queda livre

Na infância, brincávamos de um jogo em que uma pessoa ficava reta como uma tábua e então, pendia para trás para cair nos braços fortes de um adulto esperando para pegá-la. Mas mesmo depois de ver isso acontecer várias vezes e tê-lo feito eu mesma, era difícil não dobrar os joelhos ou fazer alguma coisa no último instante para tentar amortecer a queda. Não fazer isso exigia um “relaxamento” contrário à minha maneira de pensar e aos meus reflexos. Eu precisava ter perfeita confiança na pessoa que me pegaria.

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