Virginia Brandt Berg

Virginia Brandt Berg (1898-1968) foi uma conhecida evangelista americana. Uma das pioneiras nos EUA na divulgação do Evangelho pelo rádio, apresentava o programa Meditation Moments (Momentos de Meditação), no qual lia mensagens de sua autoria. Escreveu também os livros “A Orla das suas Vestes” e “Ribeiros que Nunca Secam”. (Os textos escritos por Virginia Brandt Berg usados na Contato são adaptações.)

A medida da fé

Ao ser perguntado se já havia recebido um cheque sem fundo, o gerente de um supermercado respondeu: “Não, nunca recebi, porque jamais olho para o cheque. Olho para o emissor. Se acho que posso confiar no homem, aceito o cheque”. Que grande lição sobre fé!

Começar de novo

A Terra do Recomeço

Quem dera haver um lugar maravilhoso
Algo do tipo ‘A Terra do Recomeço”
Onde erros, mágoas e a triste ganância
Pudessem ser virados do avesso
Como uma meia velha descartada
Que nunca mais queremos calçar

Coloque Deus contra a parede

Depois que pedir algo a Deus, tome uma atitude. Ponha a sua fé em ação dando passos rumo à sua meta.

Quando eu era a pastora de uma igreja em Wagoner, Oklahoma, havia uma moça chamada Etta que queria muito ir para a faculdade a fim de preparar-se para o serviço cristão. Durante dois anos, orou pelo dinheiro necessário para custear seus estudos, mas a situação parecia impossível.

Natal: emoção ou pressão?

Faz alguns anos, eu estava à entrada de uma loja de departamentos no Natal admirando o lindo presépio montado na vitrine, quando de repente aproximou-se apressada uma senhora e sua filhinha. Ao ver a linda cena representando o estábulo em Belém, a criança exclamou: “Mamãe, vamos parar um minuto para olhar para Jesus!” Mas a mãe, aparentemente estressada, respondeu que não tinham tempo, pois ainda não haviam comprado nem metade dos presentes. E lá se foi, arrastando pela mão a criança desapontada.

É assim, porque Deus assim o disse

As pessoas nem sempre são capazes, como sabemos, de cumprir suas promessas, mas Deus é. Sua Palavra diz que Ele é “poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos.”1 Ele honra Sua palavra e, por isso, podemos Lhe cobrar quando precisarmos. Ele não falhará.

Reservada para Ele

Muitos que sofrem de solidão vivem cercados por pessoas, mas sente que ninguém os entende. Convivem, mas não se conhecem, não sabem de fato quem o outro é. Anseiam por alguém com quem possam compartilhar seus interesses e problemas, que se solidarize com eles. O fato é que ninguém entende completamente o outro; nem mesmo os que são casados há décadas ou os melhores amigos, pois em cada vida há pelo menos uma porta fechada pela qual ninguém passa, senão o dono ou a dona dessa vida.

Deus conosco

Alguns não entendem como Deus pode ter vindo à Terra como um ser humano comum, mas foi o que aconteceu. Não acho nada estranho. Na verdade, para mim, é algo fácil de acreditar porque todo dia vejo Jesus nascer no coração das pessoas, onde passa a habitar para transformar vidas. Para mim, isso é um grande milagre.

A vida acima da média

O segredo para se aproxi­mar de Deus é a oração e a comunhão com Ele pela meditação em Sua Palavra. Mas isso vai além de uma olhadela na Bíblia. Tenho certeza de que o que impede muitos cristãos de se beneficiarem da meditação é mais a rapidez com que abrem suas bíblias do que a que têm para fechá-la!

Uma visita ao vale

Em hebraico, a palavra baca significa “pranto”e nos tempos bíblicos não havia um vale em Israel com esse nome. Figurativamente, todos vamos ao Vale de Baca de vez em quando. É um lugar de sofrimento, de angústia e de dificuldade; uma área seca, poeirenta e desértica.

O Salmo 84 nos ensina a linda lição de que sempre que passamos por um lugar assim temos a oportunidade de transformar as dificuldades, as decepções, os sofrimento, as provações, ou seja o que for, em bênçãos. “Ao passar pelo vale de Baca, faz dele um lugar de fontes; a chuva do outono o cobre de poços. Vão indo de força em força.”1

As luzes baixas

Quando meu marido estava mal de saúde e eu o visitava no hospitalonde ficou internado, via os outros pacientes em salas de espera ou em seus leitos e pensava no sofrimento que estavam passando. Alguns, principalmente os mais idosos, ficavam ali deitados sozinhos, dia após dia. Por um mês, todos os dias, fui àquele hospital e nunca os vi recebendo uma visita sequer. Ninguém se importou o suficiente para ir até eles.

Da janela do quarto de meu marido, eu olhava a estrada movimentada com carros em disparada de um lado para o outro e pensava na pobre humanidade perdida! Tanta gente solitária e sofrida; tantos corações partidos.

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