Iris Richard

Iris Richard é mãe de sete e avó de seis. Há 25 anos, ela e o marido se dedicam ao trabalho missionário e humanitário no Quênia, onde é enfermeira e conselheira. 

Quando estiver no fundo do poço

Outro dia li uma passagem no Livro dos Atos, na qual Paulo, em seu discurso de despedida à igreja de Éfeso, falou sobre viver com generosidade e trabalhar arduamente para sempre ter algo para dar aos pobres, e que mais abençoado é dar do que receber.1 Mal sabia eu que seria testada nesses princípios poucas horas depois.

Opa e eu

Meu avô, a quem eu chamava “Opa”, e eu éramos inseparáveis. Ele aguçava meus instintos e compartilhava comigo seu amor pela natureza durante nossas caminhadas semanais pelas matas.

Cada semana, eu esperava ansiosa o momento quando meus pais me deixavam no apartamento de um quarto onde viviam Opa e Oma (minha avó) em um pequeno centro industrial da Alemanha.

O poder da gratidão

Em um vídeo clip que assisti no YouTube há algum tempo, uma das participantes de um painel falava sobre um momento bastante importante de sua vida que deu ocasião a uma grave depressão. Então uma amiga a aconselhou a compilar mil motivos de gratidão, o que a motivou a registrar as coisas boas que lhe aconteciam no dia a dia e, aos poucos, a maré de negatividade parou.

Meu tapete

Já teve a sensação de ter tomado a estrada errada, ou que você não nasceu destinado ao sucesso? Houve uma época quando minha vida não parecia fazer nenhum sentido, como o emaranhado de fios no lado avesso de uma tapeçaria.

O efeito bola de neve

Fred tinha 19 anos quando o conheci — um jovem ambicioso e atribulado, em busca de propósito. Deixou a casa dos pais ainda na adolescência, mas algumas escolhas erradas o afastaram do objetivo de trabalhar e se sustentar, mas havia tanto potencial para mudar e Fred foi abençoado com muitos talentos e vontade de aprender.

O grande salto

Nevava quando colocamos os últimos itens no container que em breve seria embarcado. Era a última viagem que fazíamos com nossos pertences e doações que seriam transportados para o outro lado do oceano, onde nos ajudariam a escrever mais um capítulo de nossas vidas. Vendemos tudo que não podíamos levar, nos despedimos de amigos e familiares e estávamos prontos para partir para o Quênia!

Encontrando Jesus em lugares inusitados

Fiquei presa em um dos muitos e terríveis congestionamentos de nossa cidade. A fila interminável de automóveis, caminhões e ônibus se movimentava a uma velocidade medida em centímetros, enquanto os pedestres, os motociclistas e os ciclistas nos ultrapassavam sem dificuldades. O ar poluído e pesado estava me causando náuseas e a impaciência tomando conta de mim. Então, na “calçada” enlameada, entre camelôs vendendo frutas, legumes e quinquilharias, vi um garoto aleijado, de no máximo sete anos de idade, com a mão estendida pedindo esmolas.

Comece com o sapo!

Sou movida a inspiração, mas algo que sempre me incomodou foi minha maneira dispersiva de traçar e perseguir metas. Queria fazer o que precisava ser feito, mas me parecia tão mais fácil dar prioridade ao que eu gostava de fazer ou o que me sentia inspirada a realizar primeiro. O problema com essa estratégia é que costuma levar à procrastinação, especialmente porque, com frequência, minhas atividades e tarefas “favoritas” não são necessariamente as mais importantes ou prioritárias. E como estas não simplesmente desapareceram, vi-me sob pressão e com pouco tempo para encaixar na minha vida o que é necessário que eu faça. Algo tinha de mudar.

Quem é meu próximo?

Eu estava lendo a tão conhecida história do Bom Samaritano1 em uma bíblia em quadrinhos muito bem ilustrada para um grupo de crianças de oito e nove anos de idade frequentadoras da escola dominical. O relato termina com uma pergunta de Jesus: “Qual destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos assaltantes?” Ao que o especialista em leis respondeu: “O que usou de misericórdia para com ele”. Disse Jesus: “Vai, e faze da mesma maneira.”2

O fio dourado

Antes de mergulhar no dia com a grande lista de afazeres, detive-me por meia hora para uma leitura devocional, oração e reflexão. Minha bíblia se abriu em Hebreus 11, passagem conhecida como Capítulo da Fé. Ao ler os relatos dos impressionantes milagres resultantes da fé, registrados ao longo das eras, percebi que minha vida se identifica com vários deles. Como recentemente completei 60 anos, passei algum tempo refletindo na minha vida até agora e compus meu próprio Capítulo da Fé:

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