Vida simples

Abundância ou excesso

Quando eu tinha 19 anos, meu então namorado me disse que sua mãe, em uma recente viagem de negócios, tinha estado em um restaurante onde as pessoas pagavam US$ 50 por um almoço — o equivalente três vezes tanto em valores de hoje. Confidenciou que sonhava um dia ter condições de comprar esse tipo de almoço. “Isso, sim, é liberdade!” — filosofou.

As melhores coisas

“As melhores coisas na vida não são coisas.” É bem provável que seja familiar com essa famosa frase do humorista americano Art Buchwald1: Essa máxima costuma vir à minha mente quando me sinto tentado a comprar algo que vejo em alguma peça publicitária, ou trocar algum aparelho por outro mais novo. Confesso que, às vezes, acabo cedendo, mas o pensamento de Buchwald me ajuda a pelo menos considerar alternativas à compra do item em questão.

A vida perfeita

Adoro fotografia. Quando adquiri minha primeira câmera — uma instamatic barata — fiquei fascinado com o novo mundo de possibilidades que descobri. Eu a tinha sempre comigo e com ela capturei muitas memórias, até que um dia essa minha companheira caiu de um despenhadeiro e me deixou para sempre.

Escolhendo menos

Meu marido e eu passamos um ano em uma pequena cidade na Tanzânia. Quando digo uma “pequena cidade”, refiro-me a um lugar com dois sinais de trânsito, nenhum supermercado, nenhum restaurante recomendável, apenas um prédio de dois andares e nenhuma opção de entretenimento! Vivíamos em uma casa simples com um mobiliário muito básico.

Onze momentos

Desde da pré-adolescência, mantenho algum tipo de diário. No início deste ano, decidi que não apenas registraria coisas de significado óbvio, mas também uma ou duas linhas todos os dias, mesmo que nada que pareça notável tenha ocorrido. E é com prazer que anuncio que esse projeto está indo muito bem.

A morte das ferraduras

Tenho viva a memória de quando os homens do bairro em que eu morava se reuniam em um terreno vago ao lado da minha casa para jogar ferraduras. O ritmo de vida era outro então, mais relaxado. O trabalho era feito das 9 às 17, depois do que era hora de descontrair e jogar ferradura.

Talvez você não conheça esse jogo. Funciona assim: uma ferradura é atirada contra uma estaca de metal fincada no chão a uma distância de uns 12 metros. O jogador que jogar a ferradura que cair mais próxima da estaca, vence. Quando acontece de a ferradura ficar presa na estaca, tem-se um “ringer.”

A chave para a simplicidade

Nossos verdadeiros tesouros não são dinheiro e bens. Nossas riquezas são o reino de Deus, Seu amor, Seu envolvimento em nossas vidas, nossa salvação, Sua provisão, Seu desvelo conosco e as recompensas que receberemos. Entender isso coloca nossos recursos financeiros e a maneira como os usamos na perspectiva certa.

Missão: cuidar

Por vários anos, cuidei de pessoas que me eram próximas. Ajudei amigas enquanto enfrentavam doenças sérias e fui cuidadora em tempo integral de minha mãe, que faleceu em 2009, vítima de câncer.

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