Autoestima

Ocultando cicatrizes

Todos passamos por experiências que nos deixam cicatrizes, as quais, sejam elas físicas ou emocionais, muitas vezes tentamos esconder, com medo do que os outros possam pensar se as virem. Essas cicatrizes podem ser qualquer coisa sobre nós das quais temos vergonha e tentamos ocultar —como mágoas do passado, lutas internas, traços físicos dos quais não nos orgulhamos, etc. Ao longo da minha vida, aprendi que existe uma grande liberdade em sermos abertos sobre nossas cicatrizes, em vez de escondê-las. Aqui está um exemplo de uma das minhas ditas cicatrizes da qual aprendi a não me envergonhar.

Uma mudança que começa no coração

As pessoas são, em diferentes graus, insatisfeitas consigo mesmas e com suas circunstâncias, o que não é necessariamente ruim, visto que o progresso depende de certa dose de insatisfação e, para nos tornarmos tudo que precisamos ser, devemos sonhar em ser mais. O problema é que muitos param por aí. Por quê?

Uma nova chance

“Não é justo!” Essa deve ter sido a frase que eu mais disse na infância. Parecia que alguém — ou todo mundo — sempre se dava melhor que eu.

Quando entrei na pré-adolescência tinha bem desenvolvida uma mentalidade de avaliação e análise, com a qual eu cultivava a obsessão por comparar minha aparência, personalidade e habilidades com as das outras garotas da minha idade.

A marca de Deus em mim

De uns tempos para cá, quando vou ao banco, só tenho de mostrar algum documento de identificação e posicionar meu polegar direito em um leitor biométrico. Essa ação quase isenta de esforço dá acesso a todas as informações necessárias da minha conta bancária pessoal e me permite sacar dinheiro sem quaisquer procedimentos adicionais.

Meus três filhos

Vestir meus três filhos com roupas idênticas parecia fazer sentido na época. Os motivos eram vários: facilitava a tarefa de comprar roupas e eles ficavam bonitos vestidos iguaizinhos, especialmente porque se pareciam muito. Em casa, a combinação sugeria que ali havia ordem, ainda que apenas superficialmente, pois a realidade de uma casa com três meninos é de constante movimento.

A aula de violão

Dê uma olhada nos dois violões na imagem abaixo. Se você fosse um violonista, qual escolheria para tocar? Provavelmente o de cima, com os trastes retos (as partes finas de metal ao longo do braço), certo? Bem, você pode se surpreender ao saber que alguns guitarristas dizem que o outro é o que faz o melhor som. Estranho, não é?

Vamos fazer acontecer

Já desejou fazer algo para mudar o mundo, mas se sentiu incapaz? Já considerou sua vida pouco importante, pequena e que não deixaria nenhum legado? Se já se sentiu assim, não tem ideia de como está errado.

Todos podemos fazer a diferença. Isso não significa que qualquer pessoa pode parar todas as guerras, encontrar a cura para o câncer, pôr fim à fome e à pobreza no planeta. Mas qualquer um pode desempenhar muito bem o papel que Deus lhe deu.

O tapete de sua vida

Cada acontecimento na vida, cada pensamento e decisão, cada pequena dose de amor e cada contato com outra pessoa são como fios de um tapete.

Dia após dia, fios escuros e brilhantes ganham parte nessa obra e, apesar de muitas vezes parecer faltar lógica e harmonia na trama, no fim dão forma a uma imagem. Quando olho para o tapete de sua vida, vejo uma bela obra!

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