Autoestima

O terno tecelão

Em uma bela tarde que minha neta e eu curtíamos juntas, encontrei um lindo cardigã à venda em uma loja exclusiva. A peça era de um tom azulado perfeito que eu amo, feita de um tipo algodão que é prático para os verões do Texas.

Milagres do mestre

Dizem que existem três artistas que nos dão música: Deus, que nos provê a madeira que faz a magia na fabricação de instrumentos; o profissional que fabrica o instrumento para despertar a música guardada na madeira; e o músico, que libera a música do seu confinamento no instrumento para libertar o ouvinte.

Ocultando cicatrizes

Todos passamos por experiências que nos deixam cicatrizes, as quais, sejam elas físicas ou emocionais, muitas vezes tentamos esconder, com medo do que os outros possam pensar se as virem. Essas cicatrizes podem ser qualquer coisa sobre nós das quais temos vergonha e tentamos ocultar —como mágoas do passado, lutas internas, traços físicos dos quais não nos orgulhamos, etc. Ao longo da minha vida, aprendi que existe uma grande liberdade em sermos abertos sobre nossas cicatrizes, em vez de escondê-las. Aqui está um exemplo de uma das minhas ditas cicatrizes da qual aprendi a não me envergonhar.

Uma mudança que começa no coração

As pessoas são, em diferentes graus, insatisfeitas consigo mesmas e com suas circunstâncias, o que não é necessariamente ruim, visto que o progresso depende de certa dose de insatisfação e, para nos tornarmos tudo que precisamos ser, devemos sonhar em ser mais. O problema é que muitos param por aí. Por quê?

Meus três filhos

Vestir meus três filhos com roupas idênticas parecia fazer sentido na época. Os motivos eram vários: facilitava a tarefa de comprar roupas e eles ficavam bonitos vestidos iguaizinhos, especialmente porque se pareciam muito. Em casa, a combinação sugeria que ali havia ordem, ainda que apenas superficialmente, pois a realidade de uma casa com três meninos é de constante movimento.

Uma nova chance

“Não é justo!” Essa deve ter sido a frase que eu mais disse na infância. Parecia que alguém — ou todo mundo — sempre se dava melhor que eu.

Quando entrei na pré-adolescência tinha bem desenvolvida uma mentalidade de avaliação e análise, com a qual eu cultivava a obsessão por comparar minha aparência, personalidade e habilidades com as das outras garotas da minha idade.

A marca de Deus em mim

De uns tempos para cá, quando vou ao banco, só tenho de mostrar algum documento de identificação e posicionar meu polegar direito em um leitor biométrico. Essa ação quase isenta de esforço dá acesso a todas as informações necessárias da minha conta bancária pessoal e me permite sacar dinheiro sem quaisquer procedimentos adicionais.

A aula de violão

Dê uma olhada nos dois violões na imagem abaixo. Se você fosse um violonista, qual escolheria para tocar? Provavelmente o de cima, com os trastes retos (as partes finas de metal ao longo do braço), certo? Bem, você pode se surpreender ao saber que alguns guitarristas dizem que o outro é o que faz o melhor som. Estranho, não é?

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