Crescimento pessoal

Quer uma casa no campo?

Todo mundo passa por aqueles momentos em que sente que chegou ao fundo do poço e que as coisas não poderiam piorar. Para mim, um desses momentos aconteceu quando tive de lidar com um estilo de vida totalmente desconhecido, em uma vila perto de Belgrado.

Adentrando o novo

Já pensou em praticar um novo esporte, aprender a tocar um instrumento musical ou de alguma outra forma sair da sua zona de conforto para fazer algo novo e diferente? Talvez seja um desejo antigo sempre impedido de se realizar por uma coisa ou outra. Bem, deixe-me contar uma história curta e verdadeira.

Mudar

Li algo outro dia que não sai da minha cabeça: “O sistema que existe está configurado para obter exatamente os resultados que você está recebendo hoje.” Desde então, tenho tentado me desafiar a ter reações diferentes do que normalmente teria.

Editar a vida

Depois de combater e derrotar os demônios da insegurança e do medo de falhar, lancei-me a águas profundas quando, munido de papel e caneta, escrevi meu primeiro texto motivador.

Recostado, reli várias vezes o artigo e, satisfeito com minha modesta realização, enviei-a para uma revista de publicação mensal, esperançoso que fosse publicada.

Aprendendo com os erros

Era o fim de outro longo dia de trabalho. No meu primeiro semestre como professora de Inglês como Segunda Língua (ESL, na sigla em inglês), cada dia trazia dezenas de novos desafios, os quais eu não vencia. Meus alunos não entendiam o que eu tentava lhes ensinar e as notas nas provas eram de chorar. O diretor da escola me dizia que os estudantes não demonstravam estar aprendendo inglês. Os pais reclamavam dos meus métodos de controle da sala de aula. Eu estava fracassando em todos os aspectos do meu trabalho.

Crescimento atrofiado

Quando criança, via muitos peixes-dourados na casa de meus amigos e me recordo de me perguntar por que tantas pessoas gostavam de ter essas criaturinhas desinteressantes como animais de estimação.

A história de um violino

Certa manhã, ao chegar para minha aula de violino, notei dois instrumentos na mesa. Fiquei imediatamente atraída pelo primeiro, que parecia jamais ter sido usado. Um violino novinho em folha é algo especial, tem contornos perfeitos, uma superfície brilhante e sem arranhões que brilha à luz, uma voluta que envolve em suas voltas e cravelhas que soltam uns gemidos ligeiramente estridentes quando são giradas.

O meu mês perfeito

Recentemente cheguei a uma conclusão abrangente, detalhada e nada surpreendente: Não sou bom o bastante.

Sei que ninguém jamais será “bom o bastante” nesta vida. Suponho que o mais correto seria dizer que eu poderia ser muito melhor. Admito que não sou tão ruim assim, pois fui criado com amor e na admoestação do Senhor, em um lar onde regras e amor eram dosados equilibradamente. Mesmo assim, é irrefutável que eu poderia ter me saído melhor.

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